Segunda-feira: hoje vimos um show de um cover do Frank Sinatra. Sei que é coisa meio de velho, mas eu gosto. Fiquei imaginando como teria sido viver naquela época, usar vestidos a la Audrey Hepburn e ir à bares de jazz, fumar cigarros naquelas piteiras super chiques, sempre juntas.
Terça-feira: fui colocar biquini pra ir na piscina e lembrei das várias vezes na praia em que colocamos (e tiramos) biquinis juntas. Saudades...
Quarta-feira: Buenos Aires! Almocei no Caminito e tudo que eu queria naquele sol era você e uma Quilmes. Tudo me lembra você! Não vejo a hora de viajarmos juntas.
Quinta-feira: Outro dia em Buenos. A primeira coisa que vi foi uma loja de relógios e lembrei de você me contando sobre a primeira palavra que falou - lololo. Hahaha sua tonta <3 Comecei a procurar seu presente, adorei que minha mãe queria opinar em tudo e participar, ela gosta de você.
Sexta-feira: fiz escalada! Não vou mentir, fiquei com medinho hahahah. Quase desisti e pensei "se você estivesse comigo eu ia estar toda pomba, tentando te impressionar, fingindo não estar com medo". Hahah e aposto que eu ia ter que imploraaar pra você ir, e mesmo assim vc não ia querer <3 Passei a manhã em Montevideo, vi vários mochileiros! Quero logo com você.
Sábado: Desenhei as camisetas da Argentina! Coração disparado, contagem regressiva pra te ver e pra viajarmos!
Domingo: Acordei e corri pro cofre pra pegar meu celular. Sinal! Finalmente. 7 dias mais longos do mundo!
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Ten Tons of Sunny D
Oh, good! The chickens are out!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
considerandos.
As vezes o esforço que se faz para conseguir pronuncias as palavras "estou chateada" é tanto que até você conseguir dizer, a dor já passou.
As vezes não. Mas soa tão simples que todo o esforço é meio ignorado.
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As vezes não. Mas soa tão simples que todo o esforço é meio ignorado.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sóbrias.
As vezes fico pensando se é melhor nem começar para não ter que ter medo de terminar. Se é melhor nem começar para evitar os problemas que nos acompanham desde o primeiro passo, desde o primeiro sim, desde o primeiro sorriso. Se é melhor nem começar para não correr o risco de amar.
Amar é estranho. Ou você fica idiota, ou você quer morrer. E você não tem outras opções, só essas duas. Quando está idiota, fica sorrindo porque o passarinho é preto-brilhante, porque viu uma joaninha no vidro do seu carro, porque o som do celular vibrando com uma nova mensagem é lindo, porque seu cogumelo de pelúcia ainda está com cheiro de brigadeiro rosa. Quando quer morrer você chora porque encontrou a camiseta que Você usou ontem a noite, chora porque o copo que roubaram juntas do bar está no seu carro, chora porque sim e chora porque não. Você sente dores que nunca imaginou sentir, em lugares onde nunca imaginou que as ia ter.
E por incrível que pareça, isso tudo te faz feliz. Mais feliz do que imaginou que iria ser. Todas as brigas, lágrimas e lições de vida (por mais dolorosas que sejam) valem a pena e no final do dia você percebe que não trocaria isso tudo por nada. E fica óbvio que por mais medo que a possibilidade de término e de problemas te dê, sempre é melhor ter começado. Sempre é melhor ter dado aquele primeiro passo, ter falado aquele primeiro sim, ter dado e recebido aquele primeiro sorriso (mesmo que eu tenha sorrido com o salto quebrado, caída de bêbada quase dentro do lixo pra Você ).
Não acho nada romântico ficar idiota ou querer morrer o tempo todo. Por isso queria poder repetir ontem até a eternidade: jantar, vinho, risadas, ralador de queijo phyno e difícil de usar. Mas fazer o que se o amor não é romântico? Felizmente pra mim, Você é.
Quer saber? O amor que se foda. Você dá de mil a zero nele <3
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Amar é estranho. Ou você fica idiota, ou você quer morrer. E você não tem outras opções, só essas duas. Quando está idiota, fica sorrindo porque o passarinho é preto-brilhante, porque viu uma joaninha no vidro do seu carro, porque o som do celular vibrando com uma nova mensagem é lindo, porque seu cogumelo de pelúcia ainda está com cheiro de brigadeiro rosa. Quando quer morrer você chora porque encontrou a camiseta que Você usou ontem a noite, chora porque o copo que roubaram juntas do bar está no seu carro, chora porque sim e chora porque não. Você sente dores que nunca imaginou sentir, em lugares onde nunca imaginou que as ia ter.
E por incrível que pareça, isso tudo te faz feliz. Mais feliz do que imaginou que iria ser. Todas as brigas, lágrimas e lições de vida (por mais dolorosas que sejam) valem a pena e no final do dia você percebe que não trocaria isso tudo por nada. E fica óbvio que por mais medo que a possibilidade de término e de problemas te dê, sempre é melhor ter começado. Sempre é melhor ter dado aquele primeiro passo, ter falado aquele primeiro sim, ter dado e recebido aquele primeiro sorriso (mesmo que eu tenha sorrido com o salto quebrado, caída de bêbada quase dentro do lixo pra Você ).
Não acho nada romântico ficar idiota ou querer morrer o tempo todo. Por isso queria poder repetir ontem até a eternidade: jantar, vinho, risadas, ralador de queijo phyno e difícil de usar. Mas fazer o que se o amor não é romântico? Felizmente pra mim, Você é.
Quer saber? O amor que se foda. Você dá de mil a zero nele <3
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"vontade de algo que não sei o que..."
Saudades da época em que eu tinha tempo pra pensar.
Tempo pra sorrir.
Parece que ultimamente eu sou de pedra, meu rosto fixo e meu olhar parado.
Presa nessa apatia muda o dia intero com poucas, mas obsessivas, idéias na minha cabeça.
Nem sequer podem ser chamadas de idéias, mas sim estados de vida.
Trabalho.
Aula.
Amor.
Acho que estou meio mal de só ter uma coisa boa na minha vida.
Acho que estou com saudades de mim.
Dos meus pensamentos, das minhas manias, das minhas bobeiras e das minhas vontades.
Queria ler mais, ir mais ao cinema e sair pensativa, escrever mais, desenhar...
Mas como tudo nesse mundo, meu tempo é em função ao dinheiro.
Sei que é temporário mas já estou cheia. Cheia e vazia ao mesmo tempo, é difícil explicar.
Por isso tenho andado tão explosiva ultimamente - para todos os lados e com todos os tipos de explosões.
Não é raiva, mas sim estresse.
Não é tristeza, mas sim vontade de mudar.
Não é apatia, mas sim desgosto.
Não é ciúmes, mas sim saudades.
Sei lá. Vontade de abandonar tudo e ficar sozinha no sol, deitada na areia olhando pro céu.
E pensar que antes eu reclamava do meu tempo de sobra...
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Tempo pra sorrir.
Parece que ultimamente eu sou de pedra, meu rosto fixo e meu olhar parado.
Presa nessa apatia muda o dia intero com poucas, mas obsessivas, idéias na minha cabeça.
Nem sequer podem ser chamadas de idéias, mas sim estados de vida.
Trabalho.
Aula.
Amor.
Acho que estou meio mal de só ter uma coisa boa na minha vida.
Acho que estou com saudades de mim.
Dos meus pensamentos, das minhas manias, das minhas bobeiras e das minhas vontades.
Queria ler mais, ir mais ao cinema e sair pensativa, escrever mais, desenhar...
Mas como tudo nesse mundo, meu tempo é em função ao dinheiro.
Sei que é temporário mas já estou cheia. Cheia e vazia ao mesmo tempo, é difícil explicar.
Por isso tenho andado tão explosiva ultimamente - para todos os lados e com todos os tipos de explosões.
Não é raiva, mas sim estresse.
Não é tristeza, mas sim vontade de mudar.
Não é apatia, mas sim desgosto.
Não é ciúmes, mas sim saudades.
Sei lá. Vontade de abandonar tudo e ficar sozinha no sol, deitada na areia olhando pro céu.
E pensar que antes eu reclamava do meu tempo de sobra...
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
eight.
fico pensando... eu disse hoje que era bom ter festinhas, eventos, viagens e bobeiras pela frente pra animar meus dias, mas na verdade VOCÊ é minha festa, meu maior evento, a viagem da minha vida e minha bobinha mais linda do mundo.
te amo eterno, feliz!!
mip.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
com amor, joaninha.
Você me dá vontade de coisas românticas.
Um dia confessei que se pudesse eu escreveria nossos nomes no céu com um daqueles aviões de fumaça. Você riu e carinhosamente me chamou de brega e eu achei que fosse explodir de amor.
Hoje tive a seguinte idéia: quando formos velhas, vamos ter dois carros. O meu com a placa MYL e o seu com a placa ISA. Você vai rir ao ler isso e me chamar de bobinha, mas eu gosto. Sua Saveiro Cross preta fosca com placa ISA. E meu minicooper lindo com miniadesivo de joaninha e placa MYL.
Te amo.
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Um dia confessei que se pudesse eu escreveria nossos nomes no céu com um daqueles aviões de fumaça. Você riu e carinhosamente me chamou de brega e eu achei que fosse explodir de amor.
Hoje tive a seguinte idéia: quando formos velhas, vamos ter dois carros. O meu com a placa MYL e o seu com a placa ISA. Você vai rir ao ler isso e me chamar de bobinha, mas eu gosto. Sua Saveiro Cross preta fosca com placa ISA. E meu minicooper lindo com miniadesivo de joaninha e placa MYL.
Te amo.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sorrisos.
A linha tênue entre ser e fazer.
Hoje assisti a uma palestra da Marina Silva que mudou minha percepção dos políticos e das palestras da FAAP. Mas não vou falar sobre a palestra em si, mas sim sobre algo que ela disse que me deixou pensativa o resto do dia.
Cheguei na FAAP sozinha e fui embora do mesmo jeito. Faz um tempo que tenho colocado na cabeça que lá não é meu lugar; que sou diferente de todo mundo e que não há possibilidades de conhecer pessoas legais, além das que eu já conheci. A velha prepotência capricorniana, lógico, mas fazer o que.
O auditório estava cheio e tive que sentar no chão. Eu estava levemente desanimada por assuntos mal-resolvidos dentro de mim, então demorei pra prestar atenção. Algumas pessoas me encararam e eu já fechei a cara, mas lembrei do meu gorrinho de pompom. Oh well.
E então a Marina disse aquilo. Aquilo que de repente encaixou tudo aquilo que estava solto e vinha chacoalhando dentro de mim. Aquilo que deu aquele estalo e me botou nos eixos novamente. Mesmo que "nos eixos" não signifique imediatamente "bem", mas sim caminhando pra isso.
Marina basicamente ressaltou a importância do autoconhecimento e da integração com os outros e com si mesmo. A diferenciação entre o ser e o fazer. “Chegou a hora de acreditar que vale a pena, juntos, criarmos um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas. (...) Se antes dissemos 'chegou a hora de acreditar', afirmo hoje: chegou a hora de ser e fazer, de nos movimentarmos em conexão com as redes e pessoas que expressam a chegada do futuro e o constroem na prática, no dia-a-dia." Ela disse que muitas vezes chegamos a fazer tudo que temos, em teoria, que cumprir para realizar algo. Mas falta o ser. Ela falou sobre a volta à infância, quando nos perguntavam "o que você quer ser quando crescer", em contraposição aos dias hoje, quando nos perguntam "o que você faz?".
Eu não quero ser alguém que simplesmente faz. A própria frase entra em contradição consigo mesma: ser alguém que faz. Pelo contrário, eu quero simplesmente ser. Voltar a pensar nos valores antes das realizações. Voltar a pensar no que me faz sorrir antes de pensar no que terei em mãos. Voltar a não pensar; voltar a sentir.
Não quero nada material, apesar de saber que estes são simplesmente meios pra fins. O que eu quero é caminhar sobre a linha tênue entre o ser e o fazer, pra conseguir alcançar essa realização da qual a Marina falou hoje. Sim, ela falava de outras coisas. Mas acredito que o que admiro nela é exatamente isso: saber que ela poderia estar falando sobre política e sustentabilidade, mas que seus valores vêm de baixo - que se aplicam aos mesmos "desencaixes" internos que eu tenho de vez em quando.
Então saí do auditório diferente do que estava quando entrei. Sozinha, sim. Mas pensativa, ao invés de anestesiada. Antes eu não queria pensar. Depois, estava pensando. Tinha voltado a pensar. Estava com saudades de mim mesma, acho, de abrir mão da minha prepotência e perceber o mundo de maneira diferente. Não de maneira desgostosa, como havia vindo o vendo. Não de maneira cética e pessimista. Magoada, triste, desesperançosa.
Fiquei feliz de estar lá. De me sentir diferente dos outros, mas de estar exatamente onde eu deveria estar. Tudo depois disso fez mais sentido, apesar de eu continuar esquisita. Percebi mais sorrisos, mais amor, mais gentilezas até dentro do banheiro da FAAP - onde tudo que eu costumava ver era antipatia e vaidade.
Sei lá. Acho que, apesar do tempo frio e cinza, voltei a ver mais cores no mundo.
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